Mónica no ha notado la diferencia desde que descubrió su presbicia

A Mónica adorou descobrir as lentes de contacto multifocais


Mónica- 49

A Mónica é técnica de farmácia. Adora correr e esquiar, mas a sua maior paixão é viajar com o marido e o filho.

Dantes não precisava

Nunca precisou de óculos ou lentes de contacto antes de chegar aos 43 anos, mas nessa altura começou a sofrer de dores de cabeça e fez um exame visual. Descobriu-se que tinha uma hipermetropia ligeira, mas também precisava de óculos de leitura. O seu marido, que usava lentes de contacto há alguns anos, recomendou-lhas e inicialmente combinava lentes de contacto para ver ao longe com óculos de leitura.

A descoberta das lentes de contacto multifocais

A Mónica nem sabia que elas existiam até que um amigo as sugeriu há cerca de cinco anos. Pareciam a solução ideal e, quando as experimentou pela primeira vez, levou apenas uma hora para se adaptar a elas.

‘A Monica usa lentes de contacto mensais durante todo o dia, tanto no trabalho como nas atividades de lazer’

Encantada com as lentes de contacto multifocais

Na farmácia, a Mónica tem que ler constantemente receitas médicas em letras muito pequenas. Antes de usar lentes de contacto, precisava pôr e tirar os óculos de leitura a toda a hora, além de tentar não os perder. Além disso, à medida que perdia a capacidade de leitura, precisava de óculos com uma graduação cada vez maior e quando se esquecia de tirá-los, arriscava tropeçar em qualquer coisa.

Mónica no ha notado la diferencia desde que descubrió su presbicia

Usa-as sempre

Usa as lentes de contacto mensais durante o dia, tanto no trabalho como nos momentos de lazer. Retira-as quando chega a casa mas às vezes usa-as para ver TV enquanto cozinha. Usa óculos para ler quando lê um livro na cama. Depois de ir para a cama, já não tem vontade de voltar à casa de banho para tirar as lentes de contacto e como sabe que não pode dormir com elas colocadas, prefere prevenir.

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